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Como a Visa pretende implementar o pagamento em criptomoedas no Brasil

 

Chegaremos ao dia em que pagar nossas contas com bitcoin será tão trivial quanto usar o cartão de crédito ou o PIX? Se depender da gigante de meios de pagamento Visa, usar a criptomoeda para transações do dia a dia — e não apenas como reserva de valor ou investimento — em breve será uma realidade.

A empresa tem a intenção de auxiliar corretoras a processarem pagamentos em criptomoedas no Brasil. Enquanto a corretora (exchange) fica com as transações em criptomoedas, a Visa cuida do dinheiro corrente (ou fiat), como dólar, real ou qualquer outro.

A adoção de criptomoedas não chega a ser algo tão novo para a companhia, que já opera com 180 moedas diferentes e possui mais de 70 milhões de estabelecimentos em todo o mundo. A ideia agora é levar a expertise em segurança para o mundo das criptomoedas.

A empresa está de olho em um mercado que movimentou US$ 1 bilhão no primeiro semestre, mas dá toda a pinta de que está apenas no começo.

Blockchain entre empresas

Ainda em terras nacionais, a empresa está desenvolvendo um projeto com tecnologia de blockchain — a tecnologia que permitiu a criação de criptomoedas. “É uma ideia de B2B [“business to business”] que permite pagamentos entre empresas com contratos em blockchain. Nós já temos clientes testando o piloto, que deve ter maiores novidades em breve”, afirma.

Dessa forma, empresas poderiam processar pagamentos corporativos internacionais e de alto valor com maior segurança. Esses contratos via blockchain facilitam a transparência dos negócios, bem como a automação de assinaturas digitais. A tecnologia pode trazer maior agilidade e reduzir custos das empresas.

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